sexta-feira, junho 19, 2015

Pense fora da Caixa




Sabe aqueles momentos pré-sono quando não sabemos se ainda estamos acordados ou se já estamos sonhando e vem aqueles pensamentos estranhos, meio loucos, que na hora fazem todo sentido, mas que depois nem lembramos e se lembramos nem fazem mais tanto sentido assim? Então! rsrs

Esses dias, antes de dormir, fiquei pensando/sonhando e me vieram estas 3 palavrinhas brilhando e flutuando no ar: " Colabore, INOVE, Transforme" e me veio o seguinte questionamento: " Quando foi a última vez que fiz algo pela primeira vez"? pois a palavra INOVE brilhava um pouco mais rs

E confesso que hoje não sei responder a pergunta acima... rsrs

Na infância é comum termos novas experiências, não só porque tudo de fato é muito novo, mas porque ainda não fomos "paralisados" ou "engessados" pelo medo de inovar!

Sim, muitas vezes deixamos de fazer coisas novas não porque não existe mais nada a ser descoberto, nada a se inovar, mas porque em algum momento (ou em muitos) fomos recriminados ao dar alguma ideia nova (aparentemente idiota ou inviável rs) e receber um "não" dói neh?! Ficamos chateados quando damos alguma ideia e as pessoas riem dela e incomoda porque esse repúdio ou negação é levada pro lado pessoal e lógico que ninguém quer ser recriminado, receber "não" e muito menos que riam da nossa cara, certo?! E devido tais experiências negativas, uma a uma nos tornamos seres medrosos que pouco criam, pouco inovam, pouco arrisca e por isso são tão raras as "ideias criativas", as "sugestões inovadoras" pois a matamos antes mesmo delas nascerem por pura auto-proteção.

Que louco tudo isso neh? rs

Porém a boa notícia é que o auto-conhecimento é libertador! E com base em todo papo chato de psicologia comportamental acima, hoje sabemos que dar uma nova ideia pode até doer se acaso for recriminada, mas também corre o grande risco de dar super certo e as boas experiências nos trazem à memória o quanto é super legal e gratificante quando esta é aceita! :)

Sendo assim deixo aqui a seguinte pergunta/reflexão individual:

"Quando foi a última vez que você fez algo pela primeira vez?"

E isso se aplica na vida pessoal, profissional, social etc..

Pense fora da caixa! Não tenha medo de inovar...

Colabore, INOVE, Transforme!!

#ficadica ;)

][,s e [],s


Ariane

quinta-feira, maio 28, 2015

Um bom café e um bom papo, quentes, por favor!


Tem coisa melhor que um bom café quentinho? Sim, uma boa conversa!!
Um bom papo sempre revigora, assim como um bom café feito na hora!
Café e um bom papo tem que ser assim, fresquinho, bem preparado, não pode ser “de qualquer jeito”, requer carinho desde o nascimento até a conclusão final e precisa ser quente! Sim, porque café morno e papo sem graça dá vontade de vomitar!
Uns preferem com açucar, outros puro e forte. Eu particularmente prefiro com essência! Sim, aquelas sutis e fundamentais, que fazem a diferença mas sem alterar o conteúdo e a propriedade singular de cada um ( cada pessoa e cada xícara de café, é claro rs)

Pra um bom papo e um bom café, a gente sempre dá um jeitinho e acha um tempinho, então vem cá, senta aqui, vamos tomar um bom café e conversar! E fique á vontade, pode escolher o papo e o seu tipo predileto de preparo de café, porque a conversa vai longe...

terça-feira, maio 26, 2015

Como faz pra não pirar?


Como é que faz pra não pirar todo dia de manhã quando você abre os sites de notícias e vê a quantidade de gente sendo morta por brigas religiosas internacionais de proporções atemporais, aí olha pro outro lado e vê um país de piada pronta com o slogan “pátria educadora”, pátria essa que paga mal os professores, oferece uma educação de péssima qualidade para os cidadãos (que não possuem o conhecimento gramatical básico nem para escrever uma faixa de protesto corretamente) e confisca o direito pré-adquirido dos que financiam o pagamento da sua graduação ( sim, por que o governo não está dando nada pra ninguém ao conceder o FIES, trata-se de um empréstimo que será devidamente pago e com  juros).
Como não pirar ao ver uma geração inteira ser rotulada de “acelerados mas desequilibrados” oriundos de um mercado de trabalho agressivo, de uma cultura que carrega desde a colonização Portuguesa a lei do “mais esperto” e com isso valoriza-se bunda, peito, beleza, futilidades e menospreza-se aquele que estuda, corre atrás e não tem medo de se arriscar em prol de um futuro melhor e seu lugar ao Sol (só não esqueça de usar o filtro solar, rs)
Como não pirar com a constatação de que, para viver em um país como o nosso, é muito mais vantajoso não trabalhar e ser refém de um governo populista que fornece “bolsa” pra tudo e com isso o cidadão vende a própria dignidade em troca de pão e circo, enquanto os que trabalham são obrigados a pagar impostos-sobre-impostos-sobre-tudo sob a pena de multas e mais impostos caso não os pague e viva assim, também refém de um governo opressor economicamente e corrupto de natureza.
“É de sonho e de pó o destino de um só” e é de vergonha e humilhação o destino de uma nação!
Como não pirar?
Pensar é transgredir. Questionar é vã filosofia. Ser honesto virou sinônimo de “coxinha” enquanto as melhores oportunidades ficam “além mar”.

Há que se questionar, “pero no mucho”. Há que se revoltar, mas sem pirar. Há que se bater panelas e cabeças, há que se exercitar o senso crítico “sem recalque” e no país do futebol, sob os braços abertos do Cristo Redentor ou sobre a ponte estaiada da terra da garoa, há que se manter a sanidade, o equilibrio e a estranha mania de ter fé na vida, já que “pirar” nunca foi opção válida como pergunta á tantas respostas.